Braindead

Em meio tantas séries sendo lançadas, parece difícil encontrar enredos diferentes, mas constantemente somos surpreendidos com ideias criativas e inovadoras, ou simplesmente “exóticas”, unindo dois pontos já existentes, mas nunca interligados antes. Braindead é uma dessas séries. A base da história consiste em insetos alienígenas que chegam à Terra através de um meteoro, caído na Rússia, e que após ser transferido para território americano, começam a infectar políticos e pessoas com influência relevante para o propósito dessa raça. Sendo mais específico, tais insetos entram na cabeça da vítima pelo ouvido, fazendo com que a mesma acabe por expelir parte de seu cérebro. Apesar de parecer apenas “non-sense”, a trama é capaz de prender a atenção, sempre fazendo com que quem esteja assistindo, queira ver o próximo episódio o mais rápido possível. E claro que em frente uma ameaça alienígena, precisaríamos de uma “heroína”, Laurel Healy (Mary Elizabeth), uma documentarista frustrada pela falta de capital para concluir seu atual projeto, que acaba aceitando a proposta de seu pai – se tornar assistente de seu irmão em Washington, D.C., para após alguns meses, receber o dinheiro necessário para terminar seu projeto. Então, Laurel ingressa nesse novo emprego, praticamente lamentando sua situação, até que ao ser responsável por verificar o estado do meteoro transferido, acaba percebendo atitudes estranhas nas pessoas ao seu redor, sendo o ápice, um doutor que têm sua cabeça explodida na sua frente. A partir disso, Laurel passa a investigar a situação, de forma discreta, não apenas por não saber com o que está lidando, mas também pela incredulidade de qualquer um que ouvisse sua história. Há ainda a presença de You Might Think, música do The Cars, que por algum motivo é ouvida constatemente por todos os infectados. Com uma temporada de 13 episódios, Braindead é uma ótima série para ser vista em um final de semana preguiçoso ou em tardes ociosas.

Obs: E se você aprecia histórias envolvendo alienígenas, não deixe de conferir o primeiro caítulo de “Meu Deus! Um Terráqueo!”, primeira história original QG, escrita pelo Lucas Luciani.

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