Quando nos encontramos conosco.

Fala Galera, tudo bem?

Nas últimas publicações comentei um pouco sobre amor, no geral, mas principalmente focando ao tradicional e difícil de ser conquistado, amor próprio. E, diante de tanta identificação de vocês, que acompanham o blog, vim falar em mais um post sobre isso.

Amar é algo difícil nos dias de hoje. E se amar então é um verdadeiro desafio. Ao longo dos últimos posts, identifiquei algumas pessoas, aliás bastantes, que se sentem nesse mar de baixa estima consigo. Relato aqui que sempre fui complexada comigo. Sempre tive dificuldade de me aceitar, e me escondia o máximo possível do mundo. Acho que a fase mais segura da minha vida é agora, e convenhamos que sou um “bocado” insegura ainda.

Eu nunca acreditei muito ser capaz de nada. Não achava que conquistaria as coisas. E quanto aparência, sempre fui assim, um poço fundo de neuras. Quem me amaria sendo assim? Onde que há beleza? Não tenho nada de bom! Coisas costumeiras que passavam na minha mente. Eu não me cuidava, não me arrumava, me jogava de canto porque achava que isso não faria a menor diferença. Não corria atrás de nada porque sempre achava que não daria certo. E era óbvio que tudo que eu temia acontecia, porque eu não buscava mudar. Eu me sabotava, me boicotava, fazia com que tudo que eu achava sobre mim fosse visto pelos outros. Aí, de repente, eu me descobri. E me conhecer mudou muita coisa.

Certo dia, sem querer, em uma construção longa de anos, fui apresentada a mim mesma. No real, juro para vocês. E isso não deve ter nem 6 meses. Consegui pela primeira vez na vida me ver de verdade. E eu acho que isso é o tipo de coisa que todo mundo deveria conseguir na vida. Se analisar sem colocar expectativas ou sem se sabotar. Se ver pelo que é. Sei que talvez haja exageros na minha autoanalise, e julgamentos próprios desnecessários. Mas, meus caros leitores, em 18 anos de vida eu pude ver o meu lado bom, coisa que eu jamais tinha encontrado.

E sabe o que eu fiz? Mesmo depois de a venda problemática que me cega desde sempre, depois de a insegurança tomar conta novamente, eu simplesmente resolvi ressaltar tudo aquilo que eu achava mais forte em mim, tudo o que eu achava de melhor. E o resultado está sendo colhido dia após dia, e tudo tem sido construído ao longo desses mesmos dias também.

Faz o seguinte: se olha no espelho e analisa tudo aquilo que gosta em você. Reflete o que você acha ter de melhor. E alimenta isso na sua vida. Planta tudo aquilo que você quer em você. Quer mais simpatia? Vai plantando sorrisos diários. Quer se sentir mais bonita? Se arrume para “abalar” mesmo que seja para ir na padaria. E quer sobreviver com autoestima? Vá plantando o famoso “ignorar dos comentários alheios”, ouvindo só aquilo que você sabe ser dito para seu bem.  Corra atrás de ser o melhor de você.

Beijos, Vanessa.

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2 comentários sobre “Quando nos encontramos conosco.

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