Falando um pouco de amor.

Fala galera, tudo bem?

Em post recente, vim aqui falar um pouco sobre amor próprio. E o quão difícil é lidar com a falta dele, e com a tentativa de superação constante em amar a si mesmo acima das outras pessoas, a se aceitar e parar de se auto julgar. Mas, meus caros, recentemente vi um comentário no facebook que dizia sobre desacreditar do amor por tamanhas frustrações sofridas na área.

Tudo bem, nada me tocaria tanto quanto se não além, aos comentários, umas boas dezenas de pessoas comentavam a visão similar a isso, e quando eu me coloquei a refletir, não vi tão mais crente que eles ao sentimento. E sim, me incomodou constatar isso.

Eu não sou uma total descrente do amor, longe disso. Mas não há uma crença fiel ainda mais quanto relacionamentos. E qual o motivo? Eu, como todo mundo, tenho uma lista de frustrações na área. Mas, o mais agravante, é a lista de frustrações alheias ao qual ouvi ou vi acontecer. De ver os outros sofrerem, me amedrontei com isso.

E eu acredito que seja o problema da grande maioria. Nessa frequente leitura de crônicas, por exemplo, li certo dia um trecho que relatava como é viver na fase marcada pelo desapego. E vejo como uma total tentativa de desapego emocional acerca de tudo e de todos, por parte de algumas pessoas.

Eu acredito, e não quero generalizar verdades a ninguém e muito menos impor-as, mas tenho a crença de que tudo depende do ponto de  vista das coisas. Se você encaixa-se na lista dos que não acreditam em amor, vai aí um dos motivos que eu ainda acredito: eu olho para a direção certa. Como assim? Ah! É bem fácil…

A gente costuma olhar por aquilo que não deu certo. Pela pessoa que nos fez desacreditar. Só lembramos do namorado que nos traiu, do amigo que abandonou, do pai que desprezou. Mas já parou para tentar olhar para o amigo que te atura, para as pessoas que te seguram firme em seu caminhar, e para tudo o que tem, proporcionado nada mais que pelo amor? Te garanto que não há uma única pessoa que viva sem uma dose de amor. E que se aprender a olhar, não haverá uma única desacreditada que este exista.

Beijos, Vanessa.

 

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Um comentário em “Falando um pouco de amor.

  1. O meu ponto de vista é semelhante ao seu. A direção que firmamos é que faz as coisas serem vistas de outra forma. O amor é essencial na vida de qualquer ser humano, passar por desilusões, frustrações, são situações que fazem parte da vida, ninguém está imune a isso. Não adianta trancafiar o coração dentro de uma caixa e virar uma pessoa que se lamenta pelo que não deu certo. Precisamos apenas aprender a não colocar expectativas em cima das outras pessoas porque somos falhos e ninguém que seja humano tem o poder de nos fazer plenos.

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