Comer, rezar, amar

Faz um bom tempo que desejo ler Comer, Rezar, Amar, e ver o filme o homônimo, enfim consegui assisti-lo. Elizabeth acaba de encerrar um casamento e sem que perceba, logo entra em outro relacionamento fadado ao fim, talvez pelo simples fato, citado por um amigo, de acabar se espelhando em cada um de seus parceiros, deixando sua própria personalidade em segundo plano para se adaptar aos hábitos e gostos daquele que está ao seu lado. Então, quando se dá conta disso, somado ao fato de perceber que já não vive mais com a mesma intensidade que antes, apenas seguindo “rotinas”, decide por viajar ao longo de um ano, passando pela Itália, Índia e Indonésia, mais precisamente em Bali. Através desses três países, se compreende o nome da obra, uma vez em que cada um deles representa uma palavra do título.

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“Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela, pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use o corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados.”

Começando pela Itália, Liz reaprende a aproveitar coisas simples, como um prato de massa, e a filosofia de seus novos amigos de não se preocupar a todo momento e lembrar de sempre ter um tempo para si mesma. Entretanto, esse é o passo mais fácil, levando em consideração que os próximos dois representam mudanças mais profundas. O ponto turístico seguinte é a Índia, local onde a protagonista objetiva encontrar paz, mas a princípio, deve lidar com todos os seus problemas pessoais, antigos e recentes, para que então possa evoluir. Trocando experiências com outro viajante, é mostrado que apesar das diferenças, todos devem enfrentar seus próprios obstáculos, usando-os como ferramentas para o crescimento pessoal, além da importância de emanar amor para o mundo, mesmo para aqueles que gostaria de esquecer, afinal, se for capaz de perdoar e amar tais pessoas, torna-se mais fácil o processo de fazer o mesmo consigo.

“- Sinto sua falta.
– Então sinta minha falta. E me mande amor e luz toda vez que pensar em mim. Depois esqueça. Não vai durar pra sempre, nada dura.”

Então é chegado o destino final, Bali, lugar onde Liz conhece um xamã, Ketut, que no primeiro encontro dos dois, relata sobre o quão cansada e infeliz ela parece, porém, não a reconhece nesse segundo momento, dada as transformações já ocorridas no interior em seu interior, todas refletindo no exterior. Com espírito renovado, ela passa então não apenas a receber conhecimentos de Ketut, mas a transmitir aquilo que aprendeu, até que consegue se sentir em paz. Todavia, ainda há uma questão pendente, o amor. Se sentindo tão bem quanto a onde chegou, Liz então passa a temer amar novamente, por crer que seja um passo muito brusco e incerto,  que pode abalar tudo aquilo que conquistou. Bem, devo encerrar por aqui para que quando assistir, você possa descobrir sozinho os caminhos tomados por Liz, e quem sabe, absorver algo das aprendizagens dela…Bom filme 😉

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Comer, rezar, amar…
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11 comentários sobre “Comer, rezar, amar

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