Desdramatizando o dia dos namorados

Bom se namorar engorda, bom para os solteiros não é mesmo?! E você ai se lamentando porque ia passar mais um dia dos namorados sozinho…Mas a verdade é que ser solteiro só é melhor quando se está namorando, aí nós percebemos o quanto somos cobradores como as vezes a gente gostaria de ter um tempinho só para nós e para nossos amigos. Então, valorize seu tempo sozinho, que a vida é longa e tem muita gente para conhecer ainda.

A verdadeira história do dia 12 de junho

De acordo com a tradição, o dia 14 de fevereiro, data em que o dia dos namorados é comemorado em países como os Estados Unidos, relembra o aniversário de morte de São Valentim, mártir cristão que provavelmente viveu durante o século III. Nesse período, o imperador romano Claudio II proibira os casamentos, por acreditar que os homens solteiros e sem responsabilidades familiares eram melhores soldados. Valentim se opôs a essa decisão, concedendo as bênçãos matrimoniais a jovens noivos de forma clandestina.

(http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/as_origens_historicas_do_dia_dos_namorados.html)

No Brasil, é comemorado em 12 de junho apartir de 1949, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes.Como junho é um mês de vendas baixas, eles decidiram comemorar a data nesse mês e ainda escolheram a véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro como o Dia dos Namorados.

(http://www.esoterikha.com/dia-dos-namorados/historia-do-dia-dos-namorados.php)

Enquanto a pessoa amada não aparece, não encare o dia dos namorados como um funeral, mas sim como o dia em que você vai economizar uma boa grana…

A ciência explica

1- Namorar faz você engordar…
Dizem que se o casal engordar junto é sinal de felicidade. Mas, em geral, segundo uma pesquisa de uma farmácia online britânica, não é o que acontece. Eles entrevistaram homens e mulheres que namoravam há mais de um ano e checaram se eles haviam ganhado peso. As mulheres ganhavam, em média, 3 quilos nos primeiros 12 meses de amor. Já os homens tendiam a emagrecer.

2- …perder dois bons amigos…
Essa dói. Pesquisadores da Universidade de Oxford perguntaram a 540 pessoas sobre o círculo de amigos mais próximos – e como isso mudou depois do início do namoro. A maioria deles havia se distanciado de dois grandes amigos. Parece pouco, mas não é. Segundo a pesquisa, a gente tem só cinco amigões de verdade. Então, perder dois deles é coisa para caramba. A culpa é mesmo da paixão: você troca as baladas pelo cinema, o bar com os amigos pela noite de conchinha. E assim os amigos ficam em segundo plano.

3- …e pode te deixar doente.
Mas só se rolar muita briga. Um estudo americano contou com a participação de 37 casais e descobriu que o sistema imunológico dos briguentos era pior. Os voluntários doaram amostras de sangue e tiveram de deixar um dispositivo a vácuo criar machucados bem pequenos, de 8 milímetros, no antebraço. Na sequência, os casais sentaram e passaram um tempo conversando. Os pesquisadores anotaram quais eram as duplas mais esquentadinhas – e que mais se irritavam um com o outro. E percebeu que essa turma precisava de mais tempo para curar os machucados. A culpa pode ser da falta de ocitocina. Durante um abraço ou troca de carinhos, a quantidade desse hormônio aumenta no corpo. E ela parece estar relacionada também ao fortalecimento do sistema de defesa do organismo. Ou seja, os mais briguentos passam menos tempo se amando e produzem menos ocitocina

(http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/3-motivos-cientificos-para-voce-continuar-solteiro/)

Bom até agora nós meninas engordamos, ficamos sem duas bffs e se a TPM for forte, vamos viver doentes…

Você sofre de ciúmes? Faça o teste e descubra.

http://super.abril.com.br/comportamento/ciume

1. Seu parceiro esquece o telefone celular. O que você faz?
[A] Guarda e avisa-o do esquecimento.
[B] Pensa em mexer no aparelho e descobrir para quem fez ou de quem recebeu ligações. Mas abandona a idéia por considerá-la invasiva.
[C] Vasculha o telefone procurando nomes que possam ser suspeitos e, se encontra um que não conhece, fica aflita e imagina uma possível paquera.
[D] Mexe no telefone até encontrar o nome de alguém que não conhece ou que imagina ser capaz de paquerar seu parceiro e passa a ter certeza de que eles têm um caso.
2. Num bar, seu parceiro levanta-se para ir ao banheiro. Você:
[A] Observa se no caminho alguém o aborda, mas tranqüiliza-se ao ver que nada acontece, mesmo perdendo-o de vista.
[B] Observa e, caso ele converse com alguém, sente uma “fisgada no estômago”, mas fica na sua e espera a volta dele para perguntar quem era.
[C] Fica vigiando se ele está olhando para os lados e, caso pare para falar com alguém, pensa que é uma paquera e se prepara para ir tirar satisfações.
[D] Acredita que a ida ao banheiro é um pretexto para se encontrar com outra.
3. Seu parceiro diz que terá de viajar a negócios por dois ou mais dias:
[a] Você pergunta se ele precisa de ajuda, deseja-lhe boa viagem e boa sorte nos contatos.
[b] Sente certo desconforto e pede detalhes da viagem (com quem vai, quem vai encontrar por lá, onde ficará hospedado e o telefone).
[c] Sente-se ameaçada com a possibilidade de ele encontrar na viagem alguém que possa vir a abalar a relação.
[d] Acha que usa a viagem como pretexto ou marcou com alguém para se encontrar lá.
4. Em um evento, seu parceiro e você vêem uma ex-namorada dele:
[A] Você assimila a presença e reage naturalmente a uma eventual conversa de ambos.
[B] Não fica indiferente à presença e chama a atenção de seu parceiro para você.
[C] Fica perturbada, quer ir embora ou cria confronto com o parceiro ou com a ex.
[D] Fica transtornada. Imagina existir uma trama entre eles e pode ter atitudes como agressões verbais ou físicas.
5. Você entra em um aposento e seu parceiro está desligando o telefone:
[A] Você simplesmente pergunta quem era.
[B] Pergunta quem era em tom especulativo e quer saber o teor da conversa.
[C] Quando pode, confere com quem ele falava (rediscando o telefone, por exemplo).
[D] Tem certeza de que ele desligou porque conversava com alguém com quem tem um caso.
6. Seu parceiro sai habitualmente com amigos, do mesmo sexo:
[A] Você incentiva e acha natural que tenha o espaço dele.
[B] Considera natural, desde que saiba com quem, onde e como localizá-lo.
[C] Não gosta, mas se vê obrigada a aceitar. Controla o horário e liga durante o encontro para saber se está mesmo com amigos. No limite, chega de surpresa ao local.
[D] Não admite e é capaz de atos extremos para impedi-lo de sair, acusando-o de estar indo se encontrar com outra.
7. Seu parceiro guarda fotos e cartas de antigas namoradas:
[A] Você acha natural, pois faz parte da história dele.
[B] Concorda que todo mundo tem uma história, mas sente um certo desconforto.
[C] Você não admite. Briga e exige que ele as destrua, como prova de amor.
[D] Se ele guarda essas fotos e cartas é porque ainda tem “alguma coisa a ver” com essas pessoas. Você destrói tudo.
8. Você recebe uma carta anônima revelando que seu parceiro tem um caso:
[a] Mostra a carta a ele e acredita nas explicações de que se trata de alguém querendo desestabilizar a relação. Tentam descobrir quem fez isso, mas não alteram a rotina.
[b] Fica chocada, tenta encontrar motivos para que pudesse haver a traição e conversa com ele sobre a carta.
[c] Quase tem um colapso nervoso e “esfrega a carta na cara dele”, exigindo explicações.
[d] Tem a prova absoluta da traição e não quer mais nem conversar sobre isso.
ANALISE SUAS RESPOSTAS
• Se a maioria das respostas for A, você é do tipo zelosa, manifesta um sentimento saudável de cuidado, intimamente ligado ao amor, que é altruísta. Isso exige, muitas vezes, a renúncia de seu desejo em benefício do outro.
• Se a maioria das respostas for B, você está na faixa da normalidade. É do tipo enciumada. O ciúme se manifesta de forma transitória quando há uma ameaça real à relação. Embora comum, revela existir bem no íntimo algum complexo de inferioridade.
• Se a maioria das respostas for C, você é ciumenta. Existe um medo infundado de ser traída, que independe de haver ou não evidência. Diferente do zelo, é um sentimento egoísta, o foco é sua insegurança e a necessidade de manter o outro sob controle. Pode ter como base um transtorno neurótico.
• Se a maioria das respostas for D, você é do tipo paranóica. Procure ajuda especializada. Há, sem dúvida, um distúrbio psiquiátrico que transforma a fantasia em suposta realidade.
Fonte: TESTE extraído dO LIVRO Ciúme, o medo da perda, de eduardo ferreira-santo

imagem:  http://aupairnoseua.com.br/2014/12/enviar-dinheiro-do-brasil-para-os-eua/

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