Transição capilar? O que é isso?

Fala Galera, tudo bem?

Quem já ouviu por aí sobre o termo: transição capilar? Os muitos “o que é isso?” devem ter surgido na cabeça de muitos, e alguns nem devem ter se posto a saciar essa curiosidade. Mas que tal sabermos um pouco sobre esse nome que se dá a um “processo” de esperar (sofrido e quase desmotivador?!)

Sem delongas, Transição capilar é o termo aplicado no período entre o adeus à química e a volta aos cachos. Ainda confuso? Já conheceu, com certeza, alguém que alisou o cabelo com algum produto químico, certo? Chega um momento que algumas dessas se cansam e se livram desses processos. E a espera pelos cachos é uma longa busca, de um a dois anos, onde a raiz vai crescendo e o cabelo ficando uma verdadeira loucura de duas texturas. Essa fase é a de transição capilar.

Não sou nenhuma leiga sobre isso, tendo pois enfrentado e ainda estado em uma guerra com meu cabelo. Após fazer durante anos os processos químicos, resolvi abandonar tudo por ser sofrido e cansativo demais. Rapidamente a raiz voltava e olha, haja autoestima abalada para lidar. E eis que a 6 meses abandonei totalmente, e agora tenho começado a ver meus cachinhos surgindo (emoções, gente, muitas emoções).

Seria mil maravilhas se fosse apenas do jeito dito pelo parágrafo anterior. Mas se você, caro leitor, está pensando em passar por essa fase, vou deixar questões básicas bem claras. Primeiramente, não é fácil. Sua autoestima fica abalada, você pensa em desistir e o sentimento presente é de que você está horrível. Mais difícil ainda é descobrir como disfarçar as duas texturas da melhor maneira possível. Há processos que se chamam texturização, que é tentar fazer com que chegue a uma textura quase próxima, na parte lisa da que está na raiz. Eu, particularmente, consegui achar uma que para mim resolveu um tanto os problemas, apesar de eu ainda ter ataques pelo volume e em como não fica legal. Porém, conheço uma amiga que o cabelo não se deu por nada com texturização, o que piora e muito. É preciso ser obstinado e corajoso, acima de tudo. Muitos vão elogias e outros tanto vão dizer que foi a pior escolha.

Porém, nada chega perto de ver seus cachinhos reaparecendo. Eu, quando quis desistir com 4 meses, mantive-me firme e forte pela ideia de que já havia aguentado por bastante tempo. É necessário pensar que vai valer muito a pena quando terminar. Eu não via a hora de me livrar daqueles processos que eu achava dolorosos tanto fisicamente quanto psicologicamente.

Não estou dizendo que é errado e nem nada disso. Prezo que encontramos nosso eu verdadeiro, aquilo que nos deixa bem conosco. Eu não me arrependo das escolhas feitas, se me fez feliz na época, este é o ponto válido. Me sentia bem, bonita e nada mais importava. E hoje, sinto-me melhor em meus cachos. Amanhã, o que há de ser? Talvez esteja com o cabelo curto, azul ou de alguma forma extremamente diferente. A questão é buscar o que nos faz bem!

Beijos, Vanessa.

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